Pensando um Segundo...

... é lógico que gostaria muito de reverter muitos traços de autismo no meu filho, pois almejo sua felicidade e independência, mas não tenho mais aquela angústia abafada no peito, desesperada por uma cura como se ele fosse um brinquedo com estragos e que eu queria a todo custo consertar. Hoje sou muito Feliz com o SEGUNDO de hoje. Curto cada momento de alegria dele , cada palavra nova, cada pequena descoberta . Acho ele tão doce... ( e marrento também, às vezes). Pelas palavras, na maioria das vezes, faltarem, ele substitui muito por gestos ou puxando minha mão para pegar o que ele quer, mas amo quando ele assiste um comercial ou ver escrito e diz: Mais Você ou “caderão do uqi”, “jorná nacioná”, armazém papaíba ou ainda quando pergunto o nome dele, da irmã, do pai e o meu(é claro) e ele responde rapidinho. E o melhor é perguntar como ele está e ele dizer: “estou apaxonado”. Se ele tem consciência do que fala? Não sei.... Só sei que o amo por tudo que faz e por aquelas que não consegue fazer. Tento não perde nada... nadinha da vida dele, pois, na vida, ele é meu professor.

Enfim como diz Dalai Lama : '' a felicidade é saber curtir o caminho e não só almejar a chegada. "

Abraços

Vilma Candido



segunda-feira, junho 15

Dia da conscientização sobre o autismo

2 de Abril de 2009
Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo
Hoje, 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo! Quem me lembrou foi Simone Zelner, mãe do Gabriel. Em seu blog Meu Anjinho Gabriel e no desabafo Autismo não é sinônimo de frieza ou falta de carinho, ela compartilha diversas informações sobre o autismo e sua experiência como mãe de um garotinho, de 7 anos, com autismo.

A primeira vez que escutei a palavra autismo foi quando minha tia me deu o livro Dibs, em busca de si mesmo, que conta a história de um garotinho com autismo, dado como retardado mental pelos pais que não conseguem compreender o mundo do filho. Dibs não tem problemas mentais, pelo contrário, ele tem autismo com aspectos de genialidade que vem à tona com a ajuda de uma psicóloga.

O livro é ótimo e mostra como a compreensão, paciência e persistência fazem diferença na vida de uma criança com autismo. É bom ressaltar que nem todas as pessoas com autismo são gênios, como retratado no livro e no filme Rain Man, com Dustin Hoffman e Tom Cruise. Mas gênios ou não, o "remédio" é sempre o mesmo: amor, compreensão, dedicação, paciência e persistência, como mostra Simone e muitas outras mães que acreditam em seus filhos.

Vacina e Autismo

Aqui nos Estados Unidos, há um intenso debate sobre a vacina tríplice (sarampo, caxumba e rubéola), se ela causa ou não o autismo. Algumas mães, inclusive a atriz Jenny McCarthy e ator Jim Carrey, acreditam que sim; outras, endossadas por pediatras e outros profissionais da saúde, defendem que não. Eu, que tenho bebê na fase de tomar vacinas, discuti o assunto com a pediatra que me garantiu que não há relação alguma entre a vacina e o autismo. Inclusive, que essa discussão está levando muitos pais a não vacinarem seus filhos, aumentando o número de casos de meningite e sarampo em países onde essas doenças estava praticamente extintas! Se tiver dúvidas, converse com sua pediatra!

5 comentários:

Fábio disse...

Oi Vilma,
Gostei muito do seu blog, achei as matérias bem interessante, inclusive sugeri a alguns colegas que dessem uma olhada, só daria uma sugestão é que como existe ainda muitas dúvidas em relação ao autismo, seria interessante colocar aqui algumas perguntas e resposta sobre o assunto.
Um abraço

Vilma Candido disse...

Obrigadão pela dica. Fazei isso sim

Anônimo disse...

vilma oautismonao temcura seraque ele vao leva umavida nomal eu aqredito quesimamae de ernesto
























bodia paratodos potadore do autismomundo feliz paravocesmaria amae ernesto

Anônimo disse...

vilma os musfilhos estao do capssoernesto ja fala alguaspalavras o outromeu quejatinha tramento esta com imperatividadeabicicoliga achomelho colocatodos nocapss

Vilma Candido disse...

O mais importante é lutar por uma vida melhor para nossos filhos. Brincar, ensinar tudo que possivel e fazê-lo participar da vida normalmente como qualquer outra criança. Se a cura vier, maravilha! É a gradecer a Deus!
Abraço

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